sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Aqui vão algumas dicas para melhorar diversos itens da CB 400

Aqui vão algumas dicas para melhorar diversos itens da CB 400 ou mesmo que ajudam a melhor preservá-la, diminuindo a manutenção e aumentando a longevidade de algumas peças.

01 – “Casca de cobra” 
em volta do tanque: as CB’s não saíram com nenhum friso ou proteção nas bordas prensadas do seu volumoso tanque. Uma boa dica são os frisos automotivos conhecidos como “Casca de cobra”, uma borracha facilmente moldável vendida por metro em uma boa loja de autopeças. É necessário cerca de 2 metros, para trabalhar com uma margem de segurança. Comece por um dos lados do tanque, um ou dois dedos à frente das tampas laterais, e vá colocando a borracha (pressione bem para não sair) em toda a lateral. Termine também um ou dois dedos à frente da tampa lateral oposta, corte o excedente com tesoura de jardinagem. Pronto! Além de um visual muito bom, essa borracha é uma proteção nos trabalhos de oficina e afins.

02 – “Contact” na lanterna: muitas CB’s saíram de fábrica com lanternas “Stanley”, que tinham uma plaquinha cromada que ia em volta da lâmpada da lanterna traseira. Muitas se perderam, outras enferrujaram, e algumas CB’s nem isso tinham, saíram sem nada reflexivo atrás da lâmpada. Uma dica é moldar um pedaço de “Contact” cromado (ou dourado, tem os dois) no formato da lanterna traseira. Faça os furos para o soquete da lâmpada e para os parafusos. É para a capa vermelha de acrílico “prensar” a folha de “Contact” em suas bordas. De dia a luz fica mais visível, aumentando a segurança, e de noite é ainda mais show. Nas setas não precisa, mas se alguém tiver (muita...) paciência, vá em frente. O resultado compensa !!!

03 - Proteja suas ponteiras: os escapes originais da CB’s são bem resistentes e duram bons anos. Mas para protegê-los ainda mais e prolongar sua durabilidade existe um artificio. Na compra de ponteiras novas, compre também tinta para escape (“Alta Temperatura”) em preto fosco. Proteja as partes cromadas e “mande ver” tinta dentro das ponteiras, dos dois lados (a entrada e a saída dos gases), antes de instalá-las na moto. Use meia lata para cada ponteira, encharcando mesmo de tinta o interior delas. Deixe secar um dia ou mais e instale. A tinta irá proteger bem todos os locais de aço que antes ficavam em contato direto com os gases do motor ou com a água das lavagens. Para os (ainda) mais cuidadosos, use primeiro tinta anti-ferrugem depois a “Alta temperatura”. Seguramente sua ponteira irá mais longe...

04 – “Estrelas cromadas”: quem tem as estrelas das rodas “Comstar” já meio opacas e com pontos de ferrugem, a solução pode ser cromar ou pintar. O cromo fica magnífico, mas é caro. Tinta comum irá tirar a beleza, brilho e originalidade da roda. Uma boa pedida são as novas tintas de cromo. Calma, não é uma tinta que croma, mas sim uma tinta que tem pigmentação de cromo. Proteja os aros de duralumínio e pinte as estrelas. O resultado fica excelente, para muitos melhor que cromar, já que os pigmentos espalhados dão um toque charmoso à roda. É bem mais em conta e à dois metros da moto é bem possível achar que a roda foi realmente cromada, tão bom que fica. Aproveite e pinte o “espelho” do tambor traseiro.

05 – Filtro de combustível: com certa idade, é natural que os tanques tenham um pouco de ferrugem em seu interior. Além de uma boa lavagem, é recomendável que se use filtros de gasolina para proteger e manter a regulagem dos carburadores. Cuidado: os filtros de papel e de tela de aço são bons, mas muito fracos justamente com ferrugem. Pode usá-los, mas troque a no máximo três meses. Existe em algumas lojas filtros importados, de espuma ou tela sintética. Estes duram muito. São mais caros, mas compensa pelo tempo que duram, mais de um ano. Procure usar mangueiras transparentes e evite fazer muitas curvas com as mangueiras, e claro, se você achar, use uma gasolina de boa qualidade...

06 – Barra Estabilizadora: desde a época de seu lançamento, muitos reclamavam da “moleza” da suspensão dianteira da CB, principalmente nas frenagens. Então colocava-se uma barra estabilizadora unindo as bengalas. Muitos podem dizer que é besteira. Palavra de quem tem a tal barra: melhora mesmo a frente da moto, seja em freadas ou nas curvas (principalmente as mais insanas...). É um acessório barato, vem cromado, e não atrapalha nada. Sua eficácia será sentida, principalmente por quem costuma andar meio forte às vezes! Tanto que a própria Honda colocou uma barra unindo as bengalas nas 450...

07 – Radiador de óleo: esse é famoso!! Existia quando a CB ainda era fabricada um kit de radiador de óleo para as 400. Trocava-se apenas a tampa do filtro do óleo e já vinha com os tubos, com o radiador (claro), e com as braçadeiras. Era só colocar. Hoje esse acessório parou de ser fabricado, mas ainda é possível achar um em lojas de motos antigas, em São Paulo por exemplo. Reduz a temperatura de funcionamento do motor e é recomendável para quem anda muito apenas na cidade. Cuidado: Quem tem escape “2 em 1” geralmente os tubos passam por debaixo da tampa do filtro de óleo, ou seja, não há espaço para a saída dos tubos do radiador, então não dá para colocar. Ou é o escape “2 em 1” ou o radiador com os silenciosos originais.

08 – Farol: os originais redondos das CB’s são muito bons e bonitos. Mas é normal encontrar algumas com faróis quadrados das 450. Se for gosto pessoal tudo bem, mas se for por dificuldade de se achar o (caro) original, existe uma saída. O farol da Honda Strada 200 é do mesmo tamanho do da CB 400. A única diferença é que seu arinho não é cromado. Em desmanches é fácil de achar e é bem mais em conta. Quem é mais exigente, que mande cromar seu aro.

09 – Amortecedor de direção: esse é raro de se encontrar em uma CB. Mas quem quiser colocar, aqui vai a dica: use aqueles que equipam as Honda “four’s” dos anos 70, pois são muito resistentes, são reguláveis e mais baratos. Tem de furar a mesa inferior e mandar algum conhecido fazer um suporte que se prende ao quadro e sustente o amortecedor. Além disso tem de tomar muito cuidado para na viradas do guidão o tubo do amortecedor não esbarrar no motor. Ou seja, é meio complexa sua instalação. Algumas (muito raras) CB 400 ano 1980 (importadas) vieram com o tal amortecedor de fábrica e seu suporte é soldado ao quadro e a mesa é um pouco diferente, mas nada impede de colocar numa CB normal.

10 – Lanterna traseira “Bol’Dor”: a Honda, no mesmo tempo que lançava a CB 400 no Brasil, tinha a linha chamada “Bol’dor”, as CB’s 750, 900 e 1050 (seis cilindros). Algumas dessas motos entraram clandestinamente no Brasil (lembram-se da proibição das importações??) e fizeram sucesso junto aos motoqueiros. As lanternas traseiras desses modelos eram muito belas e alguns as colocaram nas CB 400. Fica muito bonito o visual e aumenta a segurança, pois tem duas lâmpadas. Vale o mesmo para o radiador de óleo: só é possível encontrar uma dessas em lojas de motos antigas. Algumas lojas colocavam à venda os chamados Kit Bol’Dor, que era o kit de pintura e essa lanterna traseira igual às 750 e 900 da Honda. Quem quiser se diferenciar...

11 – Escapamento: os silenciosos originais das CB’s são bons e baratos na substituição. Mas saiba que existem muitas opções no mercado. Primeiro tem os “2 em 1”. Alguns são mais antigos e de desenho diferenciado. Os modernos (dizem) são mais bem estudados. Agora, se quiser manter as curvas originais e mudar as ponteiras, tem muito mais opção. Primeiro as de desenho mais “radical” como as que o Gustavo usou em sua CB, de forro interno moldável. Já estão fora de linha e são bem difíceis de serem encontradas, só com sorte. Tem as de desenho mais esportivo. Um imita o desenho dos silenciosos da Strada 200. Outra é de alumínio e imita as ponteiras de esportivas (essas ficam um show). Outras imitam as das motos BMW, mas são caras e também difíceis de se achar. Há quem coloque tubos diretos, e o ronco não fica tão alto e feio não. Enfim é só usar a criatividade e o gosto pessoal para ter uma CB só sua !!!

12 – Buzina: a original é mesmo sofrível. Experimente colocar uma daquelas caracol, mesmo as usadas em carros. Ligue direto na bateria seu fio de força. Os mais afoitos colocam duas de uma vez! Cuidado apenas para não sobrecarregar o sistema elétrico!! E “sai da frente”!!!

13 – Outros acessórios: Tem muito tipo de protetores de motor e de banco (dianteiro e traseiro). Vai do gosto pessoal. Saiba que em tombos leves eles protegem tanque e etc. Mas em tombos mais fortes eles podem entortar a estrutura da moto, pois repassam o choque para o quadro. Vai da consciência de cada um. 
Tem os bagageiros traseiros ainda. Já ninguém os faz mais. Tem de achar em desmanches e recromar ou pintar. Quanto aos alforges também é gosto pessoal o modelo e tamanho. Muitas lojas já tem os suportes certos para a CB 400/450. Quanto à malas de fibra, tipo polícia, sem chance. Resta alguém se habilitar a tirar um molde e passar a vender...

14 – Carenagens: na época áurea das CB’s existia a “Fórmula Honda 400”, e alguns aplicaram as carenagens de pista para a rua. Até eu queria achar uma dessas... Mas hoje tem as chamadas meia carenagens, ou carenagens de farol, ou ainda (para quem é mais antigo) carenagens “Bikini”. É só fazer uma rápida pesquisa na internet que se acha os modelos para CB 500, GS 500 e afins. Servem sim na CB 400 (farol original redondo). Tem ainda as meia carenagens das 450 Esporte (farol quadrado). São difíceis de se achar também. 
Soube que existiu umas carenagens “turísticas”, com até local de instalação de rádio, mas nunca vi... 

15 – Molas no conduítes: essa já é meio tradicional no meio custom. Coloca-se molas cromadas como uma capa sobre diversos cabos de comando ou conduítes. Os locais mais tradicionais são os condutores do sistema de freios (flexíveis) e sobre as mangueiras de combustível. Mas também coloca-se sobre os cabos de velocímetro, conta – giros, embreagem, acelerador, etc. No caso das CB’s, nos flexíveis dos radiadores de óleo essas molas são até recomendáveis, pois protegem os conduítes de pedradas e outras coisas voadoras que podem cortar uma mangueira dessas. Aí é a esparrama de óleo na pista, e até um tombo. Além de ficarem muito bem esteticamente.

16 – Rodas raiadas: para quem não sabe, existe até kit’s especiais para transformar uma CB 400/450 em uma legítima custom. O visual chega perto de uma Honda Shadow. Para tanto, as rodas são trocadas por outras raiadas, de medidas diferentes e mais largas. Para quem não curte o estilo custom, mas quer rodas de outras medidas (lembre-se, menor raio = maior agilidade) e mais largas, é só pedir para fazer, e não sai tão caro. Um conhecido colocou em uma CB 400 prata, nas medidas raio 17 e com pneus 100 na dianteira e 130 na traseira, só para exemplificar. Além de ficar mais baixa e ágil, a estabilidade ficou próxima à de uma 500 moderna, talvez até mais. E o visual fica bom também (nas pratas fica melhor). Saiba que, apesar da CB levar rodas de liga, não é possível usar pneus sem câmera, mais seguros que os de câmera. Mas aqui vai uma dica para quem tem CB (ou qualquer outra moto) com rodas raiadas. Tencione bem todos os raios, deixando a roda alinhada. Aplique então silicone na parte central do aro e deixe secar. Em seguida use fita bem resistente (vulgo silvertape) e recubra a porção onde está o silicone. Isso irá vedar a roda. Aí é só colocar um pneu sem câmera, mais resistente, mais fácil de reparar e mais caro... 

17 – Burrinho de freio: muitos tem problemas com os burrinhos originais, seja os de 4 furos (CB 400) ou os de dois furos (CB 450). Não é caro repará-los, mais saibam que os blindados da CBR 450 servem na medida para as CB’s. Até melhoram um pouco a frenagem, pois são mais leves no acionamento.

18 – Painel: as capas de painel das CB 400 são as primeiras que denunciam um tombo. Também denunciam a idade da moto, pois costumam “secar” os plásticos e até “descamar”. Saiba que são muito difíceis de serem encontradas, então a solução é recuperar a sua capa. É fácil de retirar. Caso esteja ralada, você pode tentar colocar “epoxi” e lixar de leve depois, isso soluciona os riscos (ou até furos...) mais profundos na carcaça. Feito isso, lave bem e com spray PRETO FOSCO, pinte a carcaça. Cuidado com os plásticos das luzes de advertência, encape-os antes. O resultado é ótimo. O painel ficará parecendo novo e é mais fácil lavar e os plásticos ficarão mais protegidos. Quem deu PT (perda total) na carcaça, e não quer ficar sem andar com a moto por causa disto, vale a criatividade. Retire de vez a capa, pinte o copo dos instrumentos de preto fosco e bole uma idéia para o quadro de luzes. Parecerá uma moto dos anos 70, com os instrumentos separados e fica até bacana!

19 – Braçadeiras e afins “cromadas”: as braçadeiras dos carburadores da CB são pintados em uma cor escura. Ela seca com o tempo, encarde, etc. Quem quiser dar mais brilho nesta região do motor, vale a dica. Retire as 4 braçadeira, lave-as com escova de aço (vulgo bombril) até sair toda a antiga tinta. Demora e requer certa paciência. Depois disto seque-as e faça um polimento com uma pasta polidora. Se bem polida parecerá que as braçadeiras foram cromadas. Dá um destaque especial ao motor!! A dica vale para outros periféricos, como o bracinho que aciona o tambor traseiro, etc. Faça o polimento ao menos uma vez ao mês e as peças ficarão ótimas sempre. É nos detalhes que reconhecemos uma moto bem cuidada!!

20 – Manetes: são os primeiros a quebrar em um tombo. Também denunciam a idade da moto, pois os da CB são pretos e com o toque dos dedos eles descoloram. Duas alternativas: ou tira-se toda a tinta e faça polimento; ou refaça a pintura em preto esmalte e use fita isolante na região de toque dos dedos nos manetes. A fita protege a tinta e o visual ficará sempre como novo. É imperceptível visualmente e não prejudica a dirigibilidade.

21– Corrente de Comando: todos que tem CB 400/450 sabem que a regulagem da corrente de comando é feita de forma manual, afrouxando e apertando um parafuso que fica no cilindro, perto dos carburadores. Isto é feito com o motor funcionando.
Uma dica que passo a todos é a seguinte: muitas vezes a folga da corrente é muito grande, a ponto do tensor não ser suficiente para esticá-la. Para adiar um pouco mais a troca existe o macete de abrir a tampa da cabeçote, afrouxar o parafuso do tensor da corrente e forçar (com cuidado) o tensor para baixo. Ainda forçando o tensor, reaperte o parafuso de regulagem.
Lembro que tudo isto é feito com o motor desligado, de preferência frio.
Lembro que este procedimento só é válido para as CB 400/450, já que a CBR 450SR tem ajustador automático da corrente de comando. Na maioria das vezes a corrente fica corretamente regulada, parando de fazer barulho.
Um detalhe interessante no sistema manual de regulagem é que a corrente sofre menos desgaste comparado com a regulagem automática, apesar de ser necessária a regulagem a cada 3.000 kms.

Aqui vão algumas dicas para melhorar diversos itens da CB 400

Aqui vão algumas dicas para melhorar diversos itens da CB 400 ou mesmo que ajudam a melhor preservá-la, diminuindo a manutenção e aumentando a longevidade de algumas peças.

01 – “Casca de cobra” 
em volta do tanque: as CB’s não saíram com nenhum friso ou proteção nas bordas prensadas do seu volumoso tanque. Uma boa dica são os frisos automotivos conhecidos como “Casca de cobra”, uma borracha facilmente moldável vendida por metro em uma boa loja de autopeças. É necessário cerca de 2 metros, para trabalhar com uma margem de segurança. Comece por um dos lados do tanque, um ou dois dedos à frente das tampas laterais, e vá colocando a borracha (pressione bem para não sair) em toda a lateral. Termine também um ou dois dedos à frente da tampa lateral oposta, corte o excedente com tesoura de jardinagem. Pronto! Além de um visual muito bom, essa borracha é uma proteção nos trabalhos de oficina e afins.

02 – “Contact” na lanterna: muitas CB’s saíram de fábrica com lanternas “Stanley”, que tinham uma plaquinha cromada que ia em volta da lâmpada da lanterna traseira. Muitas se perderam, outras enferrujaram, e algumas CB’s nem isso tinham, saíram sem nada reflexivo atrás da lâmpada. Uma dica é moldar um pedaço de “Contact” cromado (ou dourado, tem os dois) no formato da lanterna traseira. Faça os furos para o soquete da lâmpada e para os parafusos. É para a capa vermelha de acrílico “prensar” a folha de “Contact” em suas bordas. De dia a luz fica mais visível, aumentando a segurança, e de noite é ainda mais show. Nas setas não precisa, mas se alguém tiver (muita...) paciência, vá em frente. O resultado compensa !!!

03 - Proteja suas ponteiras: os escapes originais da CB’s são bem resistentes e duram bons anos. Mas para protegê-los ainda mais e prolongar sua durabilidade existe um artificio. Na compra de ponteiras novas, compre também tinta para escape (“Alta Temperatura”) em preto fosco. Proteja as partes cromadas e “mande ver” tinta dentro das ponteiras, dos dois lados (a entrada e a saída dos gases), antes de instalá-las na moto. Use meia lata para cada ponteira, encharcando mesmo de tinta o interior delas. Deixe secar um dia ou mais e instale. A tinta irá proteger bem todos os locais de aço que antes ficavam em contato direto com os gases do motor ou com a água das lavagens. Para os (ainda) mais cuidadosos, use primeiro tinta anti-ferrugem depois a “Alta temperatura”. Seguramente sua ponteira irá mais longe...

04 – “Estrelas cromadas”: quem tem as estrelas das rodas “Comstar” já meio opacas e com pontos de ferrugem, a solução pode ser cromar ou pintar. O cromo fica magnífico, mas é caro. Tinta comum irá tirar a beleza, brilho e originalidade da roda. Uma boa pedida são as novas tintas de cromo. Calma, não é uma tinta que croma, mas sim uma tinta que tem pigmentação de cromo. Proteja os aros de duralumínio e pinte as estrelas. O resultado fica excelente, para muitos melhor que cromar, já que os pigmentos espalhados dão um toque charmoso à roda. É bem mais em conta e à dois metros da moto é bem possível achar que a roda foi realmente cromada, tão bom que fica. Aproveite e pinte o “espelho” do tambor traseiro.

05 – Filtro de combustível: com certa idade, é natural que os tanques tenham um pouco de ferrugem em seu interior. Além de uma boa lavagem, é recomendável que se use filtros de gasolina para proteger e manter a regulagem dos carburadores. Cuidado: os filtros de papel e de tela de aço são bons, mas muito fracos justamente com ferrugem. Pode usá-los, mas troque a no máximo três meses. Existe em algumas lojas filtros importados, de espuma ou tela sintética. Estes duram muito. São mais caros, mas compensa pelo tempo que duram, mais de um ano. Procure usar mangueiras transparentes e evite fazer muitas curvas com as mangueiras, e claro, se você achar, use uma gasolina de boa qualidade...

06 – Barra Estabilizadora: desde a época de seu lançamento, muitos reclamavam da “moleza” da suspensão dianteira da CB, principalmente nas frenagens. Então colocava-se uma barra estabilizadora unindo as bengalas. Muitos podem dizer que é besteira. Palavra de quem tem a tal barra: melhora mesmo a frente da moto, seja em freadas ou nas curvas (principalmente as mais insanas...). É um acessório barato, vem cromado, e não atrapalha nada. Sua eficácia será sentida, principalmente por quem costuma andar meio forte às vezes! Tanto que a própria Honda colocou uma barra unindo as bengalas nas 450...

07 – Radiador de óleo: esse é famoso!! Existia quando a CB ainda era fabricada um kit de radiador de óleo para as 400. Trocava-se apenas a tampa do filtro do óleo e já vinha com os tubos, com o radiador (claro), e com as braçadeiras. Era só colocar. Hoje esse acessório parou de ser fabricado, mas ainda é possível achar um em lojas de motos antigas, em São Paulo por exemplo. Reduz a temperatura de funcionamento do motor e é recomendável para quem anda muito apenas na cidade. Cuidado: Quem tem escape “2 em 1” geralmente os tubos passam por debaixo da tampa do filtro de óleo, ou seja, não há espaço para a saída dos tubos do radiador, então não dá para colocar. Ou é o escape “2 em 1” ou o radiador com os silenciosos originais.

08 – Farol: os originais redondos das CB’s são muito bons e bonitos. Mas é normal encontrar algumas com faróis quadrados das 450. Se for gosto pessoal tudo bem, mas se for por dificuldade de se achar o (caro) original, existe uma saída. O farol da Honda Strada 200 é do mesmo tamanho do da CB 400. A única diferença é que seu arinho não é cromado. Em desmanches é fácil de achar e é bem mais em conta. Quem é mais exigente, que mande cromar seu aro.

09 – Amortecedor de direção: esse é raro de se encontrar em uma CB. Mas quem quiser colocar, aqui vai a dica: use aqueles que equipam as Honda “four’s” dos anos 70, pois são muito resistentes, são reguláveis e mais baratos. Tem de furar a mesa inferior e mandar algum conhecido fazer um suporte que se prende ao quadro e sustente o amortecedor. Além disso tem de tomar muito cuidado para na viradas do guidão o tubo do amortecedor não esbarrar no motor. Ou seja, é meio complexa sua instalação. Algumas (muito raras) CB 400 ano 1980 (importadas) vieram com o tal amortecedor de fábrica e seu suporte é soldado ao quadro e a mesa é um pouco diferente, mas nada impede de colocar numa CB normal.

10 – Lanterna traseira “Bol’Dor”: a Honda, no mesmo tempo que lançava a CB 400 no Brasil, tinha a linha chamada “Bol’dor”, as CB’s 750, 900 e 1050 (seis cilindros). Algumas dessas motos entraram clandestinamente no Brasil (lembram-se da proibição das importações??) e fizeram sucesso junto aos motoqueiros. As lanternas traseiras desses modelos eram muito belas e alguns as colocaram nas CB 400. Fica muito bonito o visual e aumenta a segurança, pois tem duas lâmpadas. Vale o mesmo para o radiador de óleo: só é possível encontrar uma dessas em lojas de motos antigas. Algumas lojas colocavam à venda os chamados Kit Bol’Dor, que era o kit de pintura e essa lanterna traseira igual às 750 e 900 da Honda. Quem quiser se diferenciar...

11 – Escapamento: os silenciosos originais das CB’s são bons e baratos na substituição. Mas saiba que existem muitas opções no mercado. Primeiro tem os “2 em 1”. Alguns são mais antigos e de desenho diferenciado. Os modernos (dizem) são mais bem estudados. Agora, se quiser manter as curvas originais e mudar as ponteiras, tem muito mais opção. Primeiro as de desenho mais “radical” como as que o Gustavo usou em sua CB, de forro interno moldável. Já estão fora de linha e são bem difíceis de serem encontradas, só com sorte. Tem as de desenho mais esportivo. Um imita o desenho dos silenciosos da Strada 200. Outra é de alumínio e imita as ponteiras de esportivas (essas ficam um show). Outras imitam as das motos BMW, mas são caras e também difíceis de se achar. Há quem coloque tubos diretos, e o ronco não fica tão alto e feio não. Enfim é só usar a criatividade e o gosto pessoal para ter uma CB só sua !!!

12 – Buzina: a original é mesmo sofrível. Experimente colocar uma daquelas caracol, mesmo as usadas em carros. Ligue direto na bateria seu fio de força. Os mais afoitos colocam duas de uma vez! Cuidado apenas para não sobrecarregar o sistema elétrico!! E “sai da frente”!!!

13 – Outros acessórios: Tem muito tipo de protetores de motor e de banco (dianteiro e traseiro). Vai do gosto pessoal. Saiba que em tombos leves eles protegem tanque e etc. Mas em tombos mais fortes eles podem entortar a estrutura da moto, pois repassam o choque para o quadro. Vai da consciência de cada um. 
Tem os bagageiros traseiros ainda. Já ninguém os faz mais. Tem de achar em desmanches e recromar ou pintar. Quanto aos alforges também é gosto pessoal o modelo e tamanho. Muitas lojas já tem os suportes certos para a CB 400/450. Quanto à malas de fibra, tipo polícia, sem chance. Resta alguém se habilitar a tirar um molde e passar a vender...

14 – Carenagens: na época áurea das CB’s existia a “Fórmula Honda 400”, e alguns aplicaram as carenagens de pista para a rua. Até eu queria achar uma dessas... Mas hoje tem as chamadas meia carenagens, ou carenagens de farol, ou ainda (para quem é mais antigo) carenagens “Bikini”. É só fazer uma rápida pesquisa na internet que se acha os modelos para CB 500, GS 500 e afins. Servem sim na CB 400 (farol original redondo). Tem ainda as meia carenagens das 450 Esporte (farol quadrado). São difíceis de se achar também. 
Soube que existiu umas carenagens “turísticas”, com até local de instalação de rádio, mas nunca vi... 

15 – Molas no conduítes: essa já é meio tradicional no meio custom. Coloca-se molas cromadas como uma capa sobre diversos cabos de comando ou conduítes. Os locais mais tradicionais são os condutores do sistema de freios (flexíveis) e sobre as mangueiras de combustível. Mas também coloca-se sobre os cabos de velocímetro, conta – giros, embreagem, acelerador, etc. No caso das CB’s, nos flexíveis dos radiadores de óleo essas molas são até recomendáveis, pois protegem os conduítes de pedradas e outras coisas voadoras que podem cortar uma mangueira dessas. Aí é a esparrama de óleo na pista, e até um tombo. Além de ficarem muito bem esteticamente.

16 – Rodas raiadas: para quem não sabe, existe até kit’s especiais para transformar uma CB 400/450 em uma legítima custom. O visual chega perto de uma Honda Shadow. Para tanto, as rodas são trocadas por outras raiadas, de medidas diferentes e mais largas. Para quem não curte o estilo custom, mas quer rodas de outras medidas (lembre-se, menor raio = maior agilidade) e mais largas, é só pedir para fazer, e não sai tão caro. Um conhecido colocou em uma CB 400 prata, nas medidas raio 17 e com pneus 100 na dianteira e 130 na traseira, só para exemplificar. Além de ficar mais baixa e ágil, a estabilidade ficou próxima à de uma 500 moderna, talvez até mais. E o visual fica bom também (nas pratas fica melhor). Saiba que, apesar da CB levar rodas de liga, não é possível usar pneus sem câmera, mais seguros que os de câmera. Mas aqui vai uma dica para quem tem CB (ou qualquer outra moto) com rodas raiadas. Tencione bem todos os raios, deixando a roda alinhada. Aplique então silicone na parte central do aro e deixe secar. Em seguida use fita bem resistente (vulgo silvertape) e recubra a porção onde está o silicone. Isso irá vedar a roda. Aí é só colocar um pneu sem câmera, mais resistente, mais fácil de reparar e mais caro... 

17 – Burrinho de freio: muitos tem problemas com os burrinhos originais, seja os de 4 furos (CB 400) ou os de dois furos (CB 450). Não é caro repará-los, mais saibam que os blindados da CBR 450 servem na medida para as CB’s. Até melhoram um pouco a frenagem, pois são mais leves no acionamento.

18 – Painel: as capas de painel das CB 400 são as primeiras que denunciam um tombo. Também denunciam a idade da moto, pois costumam “secar” os plásticos e até “descamar”. Saiba que são muito difíceis de serem encontradas, então a solução é recuperar a sua capa. É fácil de retirar. Caso esteja ralada, você pode tentar colocar “epoxi” e lixar de leve depois, isso soluciona os riscos (ou até furos...) mais profundos na carcaça. Feito isso, lave bem e com spray PRETO FOSCO, pinte a carcaça. Cuidado com os plásticos das luzes de advertência, encape-os antes. O resultado é ótimo. O painel ficará parecendo novo e é mais fácil lavar e os plásticos ficarão mais protegidos. Quem deu PT (perda total) na carcaça, e não quer ficar sem andar com a moto por causa disto, vale a criatividade. Retire de vez a capa, pinte o copo dos instrumentos de preto fosco e bole uma idéia para o quadro de luzes. Parecerá uma moto dos anos 70, com os instrumentos separados e fica até bacana!

19 – Braçadeiras e afins “cromadas”: as braçadeiras dos carburadores da CB são pintados em uma cor escura. Ela seca com o tempo, encarde, etc. Quem quiser dar mais brilho nesta região do motor, vale a dica. Retire as 4 braçadeira, lave-as com escova de aço (vulgo bombril) até sair toda a antiga tinta. Demora e requer certa paciência. Depois disto seque-as e faça um polimento com uma pasta polidora. Se bem polida parecerá que as braçadeiras foram cromadas. Dá um destaque especial ao motor!! A dica vale para outros periféricos, como o bracinho que aciona o tambor traseiro, etc. Faça o polimento ao menos uma vez ao mês e as peças ficarão ótimas sempre. É nos detalhes que reconhecemos uma moto bem cuidada!!

20 – Manetes: são os primeiros a quebrar em um tombo. Também denunciam a idade da moto, pois os da CB são pretos e com o toque dos dedos eles descoloram. Duas alternativas: ou tira-se toda a tinta e faça polimento; ou refaça a pintura em preto esmalte e use fita isolante na região de toque dos dedos nos manetes. A fita protege a tinta e o visual ficará sempre como novo. É imperceptível visualmente e não prejudica a dirigibilidade.

21– Corrente de Comando: todos que tem CB 400/450 sabem que a regulagem da corrente de comando é feita de forma manual, afrouxando e apertando um parafuso que fica no cilindro, perto dos carburadores. Isto é feito com o motor funcionando.
Uma dica que passo a todos é a seguinte: muitas vezes a folga da corrente é muito grande, a ponto do tensor não ser suficiente para esticá-la. Para adiar um pouco mais a troca existe o macete de abrir a tampa da cabeçote, afrouxar o parafuso do tensor da corrente e forçar (com cuidado) o tensor para baixo. Ainda forçando o tensor, reaperte o parafuso de regulagem.
Lembro que tudo isto é feito com o motor desligado, de preferência frio.
Lembro que este procedimento só é válido para as CB 400/450, já que a CBR 450SR tem ajustador automático da corrente de comando. Na maioria das vezes a corrente fica corretamente regulada, parando de fazer barulho.
Um detalhe interessante no sistema manual de regulagem é que a corrente sofre menos desgaste comparado com a regulagem automática, apesar de ser necessária a regulagem a cada 3.000 kms.

Aqui vão algumas dicas para melhorar diversos itens da CB 400

Aqui vão algumas dicas para melhorar diversos itens da CB 400 ou mesmo que ajudam a melhor preservá-la, diminuindo a manutenção e aumentando a longevidade de algumas peças.

01 – “Casca de cobra” 
em volta do tanque: as CB’s não saíram com nenhum friso ou proteção nas bordas prensadas do seu volumoso tanque. Uma boa dica são os frisos automotivos conhecidos como “Casca de cobra”, uma borracha facilmente moldável vendida por metro em uma boa loja de autopeças. É necessário cerca de 2 metros, para trabalhar com uma margem de segurança. Comece por um dos lados do tanque, um ou dois dedos à frente das tampas laterais, e vá colocando a borracha (pressione bem para não sair) em toda a lateral. Termine também um ou dois dedos à frente da tampa lateral oposta, corte o excedente com tesoura de jardinagem. Pronto! Além de um visual muito bom, essa borracha é uma proteção nos trabalhos de oficina e afins.

02 – “Contact” na lanterna: muitas CB’s saíram de fábrica com lanternas “Stanley”, que tinham uma plaquinha cromada que ia em volta da lâmpada da lanterna traseira. Muitas se perderam, outras enferrujaram, e algumas CB’s nem isso tinham, saíram sem nada reflexivo atrás da lâmpada. Uma dica é moldar um pedaço de “Contact” cromado (ou dourado, tem os dois) no formato da lanterna traseira. Faça os furos para o soquete da lâmpada e para os parafusos. É para a capa vermelha de acrílico “prensar” a folha de “Contact” em suas bordas. De dia a luz fica mais visível, aumentando a segurança, e de noite é ainda mais show. Nas setas não precisa, mas se alguém tiver (muita...) paciência, vá em frente. O resultado compensa !!!

03 - Proteja suas ponteiras: os escapes originais da CB’s são bem resistentes e duram bons anos. Mas para protegê-los ainda mais e prolongar sua durabilidade existe um artificio. Na compra de ponteiras novas, compre também tinta para escape (“Alta Temperatura”) em preto fosco. Proteja as partes cromadas e “mande ver” tinta dentro das ponteiras, dos dois lados (a entrada e a saída dos gases), antes de instalá-las na moto. Use meia lata para cada ponteira, encharcando mesmo de tinta o interior delas. Deixe secar um dia ou mais e instale. A tinta irá proteger bem todos os locais de aço que antes ficavam em contato direto com os gases do motor ou com a água das lavagens. Para os (ainda) mais cuidadosos, use primeiro tinta anti-ferrugem depois a “Alta temperatura”. Seguramente sua ponteira irá mais longe...

04 – “Estrelas cromadas”: quem tem as estrelas das rodas “Comstar” já meio opacas e com pontos de ferrugem, a solução pode ser cromar ou pintar. O cromo fica magnífico, mas é caro. Tinta comum irá tirar a beleza, brilho e originalidade da roda. Uma boa pedida são as novas tintas de cromo. Calma, não é uma tinta que croma, mas sim uma tinta que tem pigmentação de cromo. Proteja os aros de duralumínio e pinte as estrelas. O resultado fica excelente, para muitos melhor que cromar, já que os pigmentos espalhados dão um toque charmoso à roda. É bem mais em conta e à dois metros da moto é bem possível achar que a roda foi realmente cromada, tão bom que fica. Aproveite e pinte o “espelho” do tambor traseiro.

05 – Filtro de combustível: com certa idade, é natural que os tanques tenham um pouco de ferrugem em seu interior. Além de uma boa lavagem, é recomendável que se use filtros de gasolina para proteger e manter a regulagem dos carburadores. Cuidado: os filtros de papel e de tela de aço são bons, mas muito fracos justamente com ferrugem. Pode usá-los, mas troque a no máximo três meses. Existe em algumas lojas filtros importados, de espuma ou tela sintética. Estes duram muito. São mais caros, mas compensa pelo tempo que duram, mais de um ano. Procure usar mangueiras transparentes e evite fazer muitas curvas com as mangueiras, e claro, se você achar, use uma gasolina de boa qualidade...

06 – Barra Estabilizadora: desde a época de seu lançamento, muitos reclamavam da “moleza” da suspensão dianteira da CB, principalmente nas frenagens. Então colocava-se uma barra estabilizadora unindo as bengalas. Muitos podem dizer que é besteira. Palavra de quem tem a tal barra: melhora mesmo a frente da moto, seja em freadas ou nas curvas (principalmente as mais insanas...). É um acessório barato, vem cromado, e não atrapalha nada. Sua eficácia será sentida, principalmente por quem costuma andar meio forte às vezes! Tanto que a própria Honda colocou uma barra unindo as bengalas nas 450...

07 – Radiador de óleo: esse é famoso!! Existia quando a CB ainda era fabricada um kit de radiador de óleo para as 400. Trocava-se apenas a tampa do filtro do óleo e já vinha com os tubos, com o radiador (claro), e com as braçadeiras. Era só colocar. Hoje esse acessório parou de ser fabricado, mas ainda é possível achar um em lojas de motos antigas, em São Paulo por exemplo. Reduz a temperatura de funcionamento do motor e é recomendável para quem anda muito apenas na cidade. Cuidado: Quem tem escape “2 em 1” geralmente os tubos passam por debaixo da tampa do filtro de óleo, ou seja, não há espaço para a saída dos tubos do radiador, então não dá para colocar. Ou é o escape “2 em 1” ou o radiador com os silenciosos originais.

08 – Farol: os originais redondos das CB’s são muito bons e bonitos. Mas é normal encontrar algumas com faróis quadrados das 450. Se for gosto pessoal tudo bem, mas se for por dificuldade de se achar o (caro) original, existe uma saída. O farol da Honda Strada 200 é do mesmo tamanho do da CB 400. A única diferença é que seu arinho não é cromado. Em desmanches é fácil de achar e é bem mais em conta. Quem é mais exigente, que mande cromar seu aro.

09 – Amortecedor de direção: esse é raro de se encontrar em uma CB. Mas quem quiser colocar, aqui vai a dica: use aqueles que equipam as Honda “four’s” dos anos 70, pois são muito resistentes, são reguláveis e mais baratos. Tem de furar a mesa inferior e mandar algum conhecido fazer um suporte que se prende ao quadro e sustente o amortecedor. Além disso tem de tomar muito cuidado para na viradas do guidão o tubo do amortecedor não esbarrar no motor. Ou seja, é meio complexa sua instalação. Algumas (muito raras) CB 400 ano 1980 (importadas) vieram com o tal amortecedor de fábrica e seu suporte é soldado ao quadro e a mesa é um pouco diferente, mas nada impede de colocar numa CB normal.

10 – Lanterna traseira “Bol’Dor”: a Honda, no mesmo tempo que lançava a CB 400 no Brasil, tinha a linha chamada “Bol’dor”, as CB’s 750, 900 e 1050 (seis cilindros). Algumas dessas motos entraram clandestinamente no Brasil (lembram-se da proibição das importações??) e fizeram sucesso junto aos motoqueiros. As lanternas traseiras desses modelos eram muito belas e alguns as colocaram nas CB 400. Fica muito bonito o visual e aumenta a segurança, pois tem duas lâmpadas. Vale o mesmo para o radiador de óleo: só é possível encontrar uma dessas em lojas de motos antigas. Algumas lojas colocavam à venda os chamados Kit Bol’Dor, que era o kit de pintura e essa lanterna traseira igual às 750 e 900 da Honda. Quem quiser se diferenciar...

11 – Escapamento: os silenciosos originais das CB’s são bons e baratos na substituição. Mas saiba que existem muitas opções no mercado. Primeiro tem os “2 em 1”. Alguns são mais antigos e de desenho diferenciado. Os modernos (dizem) são mais bem estudados. Agora, se quiser manter as curvas originais e mudar as ponteiras, tem muito mais opção. Primeiro as de desenho mais “radical” como as que o Gustavo usou em sua CB, de forro interno moldável. Já estão fora de linha e são bem difíceis de serem encontradas, só com sorte. Tem as de desenho mais esportivo. Um imita o desenho dos silenciosos da Strada 200. Outra é de alumínio e imita as ponteiras de esportivas (essas ficam um show). Outras imitam as das motos BMW, mas são caras e também difíceis de se achar. Há quem coloque tubos diretos, e o ronco não fica tão alto e feio não. Enfim é só usar a criatividade e o gosto pessoal para ter uma CB só sua !!!

12 – Buzina: a original é mesmo sofrível. Experimente colocar uma daquelas caracol, mesmo as usadas em carros. Ligue direto na bateria seu fio de força. Os mais afoitos colocam duas de uma vez! Cuidado apenas para não sobrecarregar o sistema elétrico!! E “sai da frente”!!!

13 – Outros acessórios: Tem muito tipo de protetores de motor e de banco (dianteiro e traseiro). Vai do gosto pessoal. Saiba que em tombos leves eles protegem tanque e etc. Mas em tombos mais fortes eles podem entortar a estrutura da moto, pois repassam o choque para o quadro. Vai da consciência de cada um. 
Tem os bagageiros traseiros ainda. Já ninguém os faz mais. Tem de achar em desmanches e recromar ou pintar. Quanto aos alforges também é gosto pessoal o modelo e tamanho. Muitas lojas já tem os suportes certos para a CB 400/450. Quanto à malas de fibra, tipo polícia, sem chance. Resta alguém se habilitar a tirar um molde e passar a vender...

14 – Carenagens: na época áurea das CB’s existia a “Fórmula Honda 400”, e alguns aplicaram as carenagens de pista para a rua. Até eu queria achar uma dessas... Mas hoje tem as chamadas meia carenagens, ou carenagens de farol, ou ainda (para quem é mais antigo) carenagens “Bikini”. É só fazer uma rápida pesquisa na internet que se acha os modelos para CB 500, GS 500 e afins. Servem sim na CB 400 (farol original redondo). Tem ainda as meia carenagens das 450 Esporte (farol quadrado). São difíceis de se achar também. 
Soube que existiu umas carenagens “turísticas”, com até local de instalação de rádio, mas nunca vi... 

15 – Molas no conduítes: essa já é meio tradicional no meio custom. Coloca-se molas cromadas como uma capa sobre diversos cabos de comando ou conduítes. Os locais mais tradicionais são os condutores do sistema de freios (flexíveis) e sobre as mangueiras de combustível. Mas também coloca-se sobre os cabos de velocímetro, conta – giros, embreagem, acelerador, etc. No caso das CB’s, nos flexíveis dos radiadores de óleo essas molas são até recomendáveis, pois protegem os conduítes de pedradas e outras coisas voadoras que podem cortar uma mangueira dessas. Aí é a esparrama de óleo na pista, e até um tombo. Além de ficarem muito bem esteticamente.

16 – Rodas raiadas: para quem não sabe, existe até kit’s especiais para transformar uma CB 400/450 em uma legítima custom. O visual chega perto de uma Honda Shadow. Para tanto, as rodas são trocadas por outras raiadas, de medidas diferentes e mais largas. Para quem não curte o estilo custom, mas quer rodas de outras medidas (lembre-se, menor raio = maior agilidade) e mais largas, é só pedir para fazer, e não sai tão caro. Um conhecido colocou em uma CB 400 prata, nas medidas raio 17 e com pneus 100 na dianteira e 130 na traseira, só para exemplificar. Além de ficar mais baixa e ágil, a estabilidade ficou próxima à de uma 500 moderna, talvez até mais. E o visual fica bom também (nas pratas fica melhor). Saiba que, apesar da CB levar rodas de liga, não é possível usar pneus sem câmera, mais seguros que os de câmera. Mas aqui vai uma dica para quem tem CB (ou qualquer outra moto) com rodas raiadas. Tencione bem todos os raios, deixando a roda alinhada. Aplique então silicone na parte central do aro e deixe secar. Em seguida use fita bem resistente (vulgo silvertape) e recubra a porção onde está o silicone. Isso irá vedar a roda. Aí é só colocar um pneu sem câmera, mais resistente, mais fácil de reparar e mais caro... 

17 – Burrinho de freio: muitos tem problemas com os burrinhos originais, seja os de 4 furos (CB 400) ou os de dois furos (CB 450). Não é caro repará-los, mais saibam que os blindados da CBR 450 servem na medida para as CB’s. Até melhoram um pouco a frenagem, pois são mais leves no acionamento.

18 – Painel: as capas de painel das CB 400 são as primeiras que denunciam um tombo. Também denunciam a idade da moto, pois costumam “secar” os plásticos e até “descamar”. Saiba que são muito difíceis de serem encontradas, então a solução é recuperar a sua capa. É fácil de retirar. Caso esteja ralada, você pode tentar colocar “epoxi” e lixar de leve depois, isso soluciona os riscos (ou até furos...) mais profundos na carcaça. Feito isso, lave bem e com spray PRETO FOSCO, pinte a carcaça. Cuidado com os plásticos das luzes de advertência, encape-os antes. O resultado é ótimo. O painel ficará parecendo novo e é mais fácil lavar e os plásticos ficarão mais protegidos. Quem deu PT (perda total) na carcaça, e não quer ficar sem andar com a moto por causa disto, vale a criatividade. Retire de vez a capa, pinte o copo dos instrumentos de preto fosco e bole uma idéia para o quadro de luzes. Parecerá uma moto dos anos 70, com os instrumentos separados e fica até bacana!

19 – Braçadeiras e afins “cromadas”: as braçadeiras dos carburadores da CB são pintados em uma cor escura. Ela seca com o tempo, encarde, etc. Quem quiser dar mais brilho nesta região do motor, vale a dica. Retire as 4 braçadeira, lave-as com escova de aço (vulgo bombril) até sair toda a antiga tinta. Demora e requer certa paciência. Depois disto seque-as e faça um polimento com uma pasta polidora. Se bem polida parecerá que as braçadeiras foram cromadas. Dá um destaque especial ao motor!! A dica vale para outros periféricos, como o bracinho que aciona o tambor traseiro, etc. Faça o polimento ao menos uma vez ao mês e as peças ficarão ótimas sempre. É nos detalhes que reconhecemos uma moto bem cuidada!!

20 – Manetes: são os primeiros a quebrar em um tombo. Também denunciam a idade da moto, pois os da CB são pretos e com o toque dos dedos eles descoloram. Duas alternativas: ou tira-se toda a tinta e faça polimento; ou refaça a pintura em preto esmalte e use fita isolante na região de toque dos dedos nos manetes. A fita protege a tinta e o visual ficará sempre como novo. É imperceptível visualmente e não prejudica a dirigibilidade.

21– Corrente de Comando: todos que tem CB 400/450 sabem que a regulagem da corrente de comando é feita de forma manual, afrouxando e apertando um parafuso que fica no cilindro, perto dos carburadores. Isto é feito com o motor funcionando.
Uma dica que passo a todos é a seguinte: muitas vezes a folga da corrente é muito grande, a ponto do tensor não ser suficiente para esticá-la. Para adiar um pouco mais a troca existe o macete de abrir a tampa da cabeçote, afrouxar o parafuso do tensor da corrente e forçar (com cuidado) o tensor para baixo. Ainda forçando o tensor, reaperte o parafuso de regulagem.
Lembro que tudo isto é feito com o motor desligado, de preferência frio.
Lembro que este procedimento só é válido para as CB 400/450, já que a CBR 450SR tem ajustador automático da corrente de comando. Na maioria das vezes a corrente fica corretamente regulada, parando de fazer barulho.
Um detalhe interessante no sistema manual de regulagem é que a corrente sofre menos desgaste comparado com a regulagem automática, apesar de ser necessária a regulagem a cada 3.000 kms.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

domingo, 26 de junho de 2011

Cronologia da CB 400/450

Cronologia da CB 400/450

A linha CB 400/450 durou 14 anos no mercado nacional, passou de motocicleta dos sonhos a item brega, mas de qualquer forma se tornou uma clássica e ainda hoje é objeto de desejo de muitos motociclistas. Conheça as várias versões deste best-seller nacional ao longo do tempo.

Em junho de 1980 é lançada a CB 400 (mais japonesa do que nacional, apenas 15% de seu valor era correspondente a peças nacionais). Com tanque de 17 litros, motor refrigerado a ar de 2 cilindros paralelos de 400 cc, 3 válvulas por cilindro que gerava 40 cv a 9.500 rpm e torque de 3,2 kgmf a 8.000 rpm.

Já em outubro de 1981 estava disponível a CB 400 II com guidão mais alto, e pára-lama dianteiro na cor da moto e freio dianteiro com disco duplo, enquanto o traseiro permanecia a tambor.

Em agosto de 1983, apareciam as CB 450 com cilindrada aumentada para 447 cm³, gerava 43,3 cv de potênciae torque de 4,3 kgmf a 6.500 rpm. E para reforçar a novidade, a Honda apresentou a CB em duas versões: Custom e Esporte. A Custom voltou a ter pára-lama dianteiro cromado, guidão alto e apresentava lanterna e alça de apoio bem integradas à rabeta. Os logotipos eram dourados e tendia a um estilo mais norte-americano.

Lançada em conjunto com a Custom em fins de 1983, a CB 450 Esporte tinha um design mais europeu destacado pela pequena carenagem de farol, freio dianteiro com duplo disco e traseiro com disco simples (e enorme). A pintura apresentava grafismo bicolor. Tanto a Esporte quanto a Custom apresentavam novidades como o pisca-alerta, lanterna traseira com lampada dupla, marcador de combustivel no painel, radiador de óleo e uma barra estabilizadora na suspensão dianteira.

A chegada da CB 450 em 1983 não significou o fim da CB 400 que continuou em produção na versão Tucunaré, mas com roupagem da CB 450 standard incluindo o farol quadrado e a rabeta mais dinâmica. A Tucunaré era uma opção básica da linha CB e continuou em produção até outubro de 1984 quando deu lugar à CB 450 básica.

Entre maio e  junho de 1986 a Honda ofereceu uma versão limitada da CB 450 Esporte denominada “Nelson Piquet” com as cores da equipe Williams de Fórmula 1 do tricampeão brasileiro.

Em março de 1986, a Honda tirava de linha as versões Custom e Esporte e as substituia pela versão TR, mais simplificada com guidão alto da Custom e alça de apoio da Esporte. O conjunto de freios retrocede e volta a ter disco simples na dianteira e tambor na traseira.

Em novembro de 1987 a Honda volta a equipar a CB para mantê-la atraente frente às rivais: substitui a TR pela DX que volta a ter freio dianteiro com duplo disco e traseiro com disco simples. A DX duraria mais 7 anos, quando em 1994
saia de linha por se tornar obsoleta frente às opções que chegavam com a abertura das importações.

Fontes: 1) Best Cars Web,      2) Motonline

 

Cronologia da CB 400/450

Cronologia da CB 400/450

A linha CB 400/450 durou 14 anos no mercado nacional, passou de motocicleta dos sonhos a item brega, mas de qualquer forma se tornou uma clássica e ainda hoje é objeto de desejo de muitos motociclistas. Conheça as várias versões deste best-seller nacional ao longo do tempo.

Em junho de 1980 é lançada a CB 400 (mais japonesa do que nacional, apenas 15% de seu valor era correspondente a peças nacionais). Com tanque de 17 litros, motor refrigerado a ar de 2 cilindros paralelos de 400 cc, 3 válvulas por cilindro que gerava 40 cv a 9.500 rpm e torque de 3,2 kgmf a 8.000 rpm.

Já em outubro de 1981 estava disponível a CB 400 II com guidão mais alto, e pára-lama dianteiro na cor da moto e freio dianteiro com disco duplo, enquanto o traseiro permanecia a tambor.

Em agosto de 1983, apareciam as CB 450 com cilindrada aumentada para 447 cm³, gerava 43,3 cv de potênciae torque de 4,3 kgmf a 6.500 rpm. E para reforçar a novidade, a Honda apresentou a CB em duas versões: Custom e Esporte. A Custom voltou a ter pára-lama dianteiro cromado, guidão alto e apresentava lanterna e alça de apoio bem integradas à rabeta. Os logotipos eram dourados e tendia a um estilo mais norte-americano.

Lançada em conjunto com a Custom em fins de 1983, a CB 450 Esporte tinha um design mais europeu destacado pela pequena carenagem de farol, freio dianteiro com duplo disco e traseiro com disco simples (e enorme). A pintura apresentava grafismo bicolor. Tanto a Esporte quanto a Custom apresentavam novidades como o pisca-alerta, lanterna traseira com lampada dupla, marcador de combustivel no painel, radiador de óleo e uma barra estabilizadora na suspensão dianteira.

A chegada da CB 450 em 1983 não significou o fim da CB 400 que continuou em produção na versão Tucunaré, mas com roupagem da CB 450 standard incluindo o farol quadrado e a rabeta mais dinâmica. A Tucunaré era uma opção básica da linha CB e continuou em produção até outubro de 1984 quando deu lugar à CB 450 básica.

Entre maio e  junho de 1986 a Honda ofereceu uma versão limitada da CB 450 Esporte denominada “Nelson Piquet” com as cores da equipe Williams de Fórmula 1 do tricampeão brasileiro.

Em março de 1986, a Honda tirava de linha as versões Custom e Esporte e as substituia pela versão TR, mais simplificada com guidão alto da Custom e alça de apoio da Esporte. O conjunto de freios retrocede e volta a ter disco simples na dianteira e tambor na traseira.

Em novembro de 1987 a Honda volta a equipar a CB para mantê-la atraente frente às rivais: substitui a TR pela DX que volta a ter freio dianteiro com duplo disco e traseiro com disco simples. A DX duraria mais 7 anos, quando em 1994
saia de linha por se tornar obsoleta frente às opções que chegavam com a abertura das importações.

Fontes: 1) Best Cars Web,      2) Motonline

 

Cronologia da CB 400/450

Cronologia da CB 400/450

A linha CB 400/450 durou 14 anos no mercado nacional, passou de motocicleta dos sonhos a item brega, mas de qualquer forma se tornou uma clássica e ainda hoje é objeto de desejo de muitos motociclistas. Conheça as várias versões deste best-seller nacional ao longo do tempo.

Em junho de 1980 é lançada a CB 400 (mais japonesa do que nacional, apenas 15% de seu valor era correspondente a peças nacionais). Com tanque de 17 litros, motor refrigerado a ar de 2 cilindros paralelos de 400 cc, 3 válvulas por cilindro que gerava 40 cv a 9.500 rpm e torque de 3,2 kgmf a 8.000 rpm.

Já em outubro de 1981 estava disponível a CB 400 II com guidão mais alto, e pára-lama dianteiro na cor da moto e freio dianteiro com disco duplo, enquanto o traseiro permanecia a tambor.

Em agosto de 1983, apareciam as CB 450 com cilindrada aumentada para 447 cm³, gerava 43,3 cv de potênciae torque de 4,3 kgmf a 6.500 rpm. E para reforçar a novidade, a Honda apresentou a CB em duas versões: Custom e Esporte. A Custom voltou a ter pára-lama dianteiro cromado, guidão alto e apresentava lanterna e alça de apoio bem integradas à rabeta. Os logotipos eram dourados e tendia a um estilo mais norte-americano.

Lançada em conjunto com a Custom em fins de 1983, a CB 450 Esporte tinha um design mais europeu destacado pela pequena carenagem de farol, freio dianteiro com duplo disco e traseiro com disco simples (e enorme). A pintura apresentava grafismo bicolor. Tanto a Esporte quanto a Custom apresentavam novidades como o pisca-alerta, lanterna traseira com lampada dupla, marcador de combustivel no painel, radiador de óleo e uma barra estabilizadora na suspensão dianteira.

A chegada da CB 450 em 1983 não significou o fim da CB 400 que continuou em produção na versão Tucunaré, mas com roupagem da CB 450 standard incluindo o farol quadrado e a rabeta mais dinâmica. A Tucunaré era uma opção básica da linha CB e continuou em produção até outubro de 1984 quando deu lugar à CB 450 básica.

Entre maio e  junho de 1986 a Honda ofereceu uma versão limitada da CB 450 Esporte denominada “Nelson Piquet” com as cores da equipe Williams de Fórmula 1 do tricampeão brasileiro.

Em março de 1986, a Honda tirava de linha as versões Custom e Esporte e as substituia pela versão TR, mais simplificada com guidão alto da Custom e alça de apoio da Esporte. O conjunto de freios retrocede e volta a ter disco simples na dianteira e tambor na traseira.

Em novembro de 1987 a Honda volta a equipar a CB para mantê-la atraente frente às rivais: substitui a TR pela DX que volta a ter freio dianteiro com duplo disco e traseiro com disco simples. A DX duraria mais 7 anos, quando em 1994
saia de linha por se tornar obsoleta frente às opções que chegavam com a abertura das importações.

Fontes: 1) Best Cars Web,      2) Motonline

 

segunda-feira, 13 de junho de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

PROGRAMAÇÃO BARRETOS MOTORCYCLES

Rating:
Category:Other
Programação sujeita a alterações sem prévio aviso.
HORA LOCAL ATRAÇÃO

29/04
14h Som ambiente
Pista de exibição Recepção com equipes de acompanhamento para cadastramento
15h as 19h Som ambiente
Pista de exibição Som com DJ
19:30h Show de acrobacia
Pista de exibição Cachorrão Moto Show
20:30h Show de acrobacia
Pista de exibição Alto Giro
21:30h Show de acrobacia
Pista de exibição Neno Cobras Moto Show
22:30h Show de acrobacia
Pista de exibição Phyra Show Car
23:30h Show Musical
Palco Esplanada Capital Inicial
02:00h Show Musical
Berrantão Os Variados

30/
9h Abertura Recepção com equipes de acompanhamento para cadastramento.
Inscrição dos Motos Clubes
10h Abertura das inscrições do Cross Country Pira
Ruas da cidade Passeio de motos pela cidade
11h Igreja Catedral
Centro de Barretos Missa dos Motociclistas
12h Som ambiente
Pista de exibição Som com DJ
13h Concurso de motos
Mais exótica, maior cilindrada, da cidade mais distante, motociclista mais velho
Memorial do Peão Museu de motos antigas
Inauguração
14h Som ambiente
Pista de exibição Som com DJ
Pista de Cross Treino livre do Cross Country Pira
15h Show de acrobacia
Pista de exibição Neno Cobras Moto Show
16h Show de acrobacia
Pista de exibição Cachorrão Moto Show
17h Show de acrobacia
Pista de exibição Alto Giro
18h Show de acrobacia
Pista de exibição Phyra Show Car
19h Show de acrobacia
Pista de exibição Globo da Morte
21h Arena de Rodeio Desafio Internacional de Free Style
22:30h Berrantão Concurso Garota Motorcycles
23:30h Show Musical
Berrantão Cama Brasileira
0h Show Musical
Palco Esplanada U2 Cover

01/05
9h Abertura Recepção com equipes de acompanhamento para cadastramento.
Inscrição dos Motos Clubes
10h Som ambiente
Pista de exibição Som com DJ
11h Concurso de motos - Premiação
Mais exótica, maior cilindrada, da cidade mais distante, motociclista mais velho
12h Show de acrobacia
Pista de exibição Globo da Morte
13h Show de acrobacia
Pista de exibição Alto Giro
Pista de Cross Largada do Cross Country Pira
Show Musical
Berrantão Barretos Rock Fest
14h Show de acrobacia
Pista de exibição Neno Cobras Moto Show
15h Show de acrobacia
Pista de exibição Cachorrão Moto Show
16h Show de acrobacia Equipe Jorge Negretti (Free Style)
17h Show de acrobacia
Pista de exibição Phyra Show Car
Berrantão Premiação do Cross Coutry Pira
18h Encerramento do evento
Programação sujeita a alterações sem prévio aviso.