terça-feira, 12 de agosto de 2008

Parcipe da 1コ encontro de motocilistas promovido pelo cbbrasil

http://www.cbbrasil.com.br

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ESTAS SÃO ALGUMAS FOTOS DE MINHAS CBs DESDE 1980


Com os dois sobrinhos em cima

ESTAS SÃO ALGUMAS FOTOS DE MINHAS CBs DESDE 1980


Com os dois sobrinhos em cima

ESTAS SÃO ALGUMAS FOTOS DE MINHAS CBs DESDE 1980


Com os dois sobrinhos em cima

FOTO DE CBS 400




FOTO DE CBS 400




FOTO DE CBS 400




quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Nova: YBR 125 Factor 2009

Nova: YBR 125 Factor 2009

Com novo visual e novo conjunto chassi, mecânica e componentes a YBR 125 Factor ganhou melhorias no design, na rigidez do chassi, na distribuição de peso, ergonomia e ciclística. Sem perder as qualidades da versão anterior, a nova YBR 125 Factor será comercializada em três versões; YBR 125 Factor K (partida a pedal), YBR 125 Factor E (partida elétrica) e YBR 125 Factor ED (partida elétrica, freio a disco dianteiro e rodas de liga leve) e nas cores azul, vermelha, preta e prata.

No novo modelo todos os detalhes e críticas a detalhes da versão anterior foram considerados e melhorados. Vários departamentos da Yamaha, mais diretamente a engenharia posicionaram e estabeleceram premissas no projeto a fim de desenvolver um veículo com preço justo, melhor relação custo-benefício, confiança, robustez, durabilidade, economia de combustível, conforto na pilotagem, versatilidade e respeito ao meio ambiente com um novo visual e designer agressivo.

Setembro de 2008: chega ao mercado a nova YBR 125 Factor

Com um novo visual e características técnicas exclusivas a YBR 125 Factor chega a Rede de Concessionários Autorizados Yamaha na primeira quinzena de setembro, ainda sem preço definido.

DESIGN

Esteticamente com design mais agressivo e moderno a YBR 125 Factor prima pelo novo visual utilizando um tanque de combustível robusto e volumoso e com a adoção de uma falsa entrada de ar, pára-lama dianteiro, tampas laterais e uma rabeta afinada e ascendente, inspirada nos modelos esportivos da Marca, que em conjunto com um novo pára-lama traseiro transmite agressividade e esportividade.

MOTOR

Monocilíndrico quatro tempos de 125 cc, refrigerado a ar. Curva de torque em baixas e médias velocidades que privilegiam o deslocamento no trânsito. Comando de válvulas simples no cabeçote com transmissão por corrente (OHC). Engine Balance, balanceador no eixo do virabrequim, elimina vibrações do motor conferindo mais conforto ao condutor.

Filtro de óleo centrífugo, não há necessidade de substituição somente limpeza. Filtro de ar em espuma lavável.

Novo carburador Mikuni BS25 com acionamento do segundo estágio a vácuo, com válvula de solenóide Cut-off e TPS (sensor de posição do acelerador), funcionamento sem falhas e menor consumo de combustível.

Novo CDI-DC proporciona respostas rápidas, menor índice de emissões e função modo segurança que informa no painel falha do sistema de ignição. 

Novo Air Induction System, sistema de indução de ar.
Novo escapamento com dois catalisadores e dois novos protetores antiqueimadura, menores emissões e segurança.

Câmbio de cinco velocidades macio e preciso

CHASSI
Novo chassi do tipo Diamante com nova montagem e reforços que privilegiaram a ciclística e resistência. Leve e resistente a torções, confeccionado em tubos de aço. 

Nova alça para a garupa com reforço estrutural.
Nova posição da trava de capacete.

Pedaleiras da garupa fixadas ao suporte ancorado no chassi, não transmiti os impactos das irregularidades do solo aos pés e pernas.

COMPONENTES
Novo tratamento térmico da barra da suspensão, maior resistência.

Novos piscas, semelhantes a YZF-R1
Novo suporte do farol na cor cinza.

Novo design dos refletores do farol, otimização na distribuição de luz, melhorando a iluminação.

Novo design do painel, mais inclinado com nova iluminação e hodômetro total e parcial, todas as versões com marcador de combustível (Setas, Neutro, Anomalia no sistema de ignição e Farol alto).

Nova pinça do freio a disco com um único pistão de maior diâmetro (YBR 125 Factor ED apenas), mantém frenagem segura com menos peças e componentes.

Novas rodas em liga leve (YBR 125 Factor ED apenas).



Novos pneus Metzeler ME 22 com câmara nas rodas raiadas (K e E) e sem câmara nas rodas de liga leve (ED).

Divulgação

terça-feira, 15 de julho de 2008

Harley compra MV Agusta e Cagiva

Harley compra MV Agusta e Cagiva Após muitos rumores e tentativas de mascarar o assunto, a Harley-Davidson enfim oficializou nesta sexta-feira a compra das marcas MV Agusta e Cagiva por uma impressionante bagatela de 70 milhões de euros.  

Com a negociação, a lendária fabricante norte-americana torna-se a acionista majoritária do Grupo MV, embora Claudio Castiglioni, o antigo proprietário, permaneça na função de presidente da empresa.

Outro componente mantido na casa foi Massimo Tamburini, chefe de design responsável pela criação das máquinas que tornaram a MV Agusta um ícone de desejo em todo o mundo.

No valor pago pelas marcas, foram inclusos os aproximados 45 milhões de euros devidos pela MV Agusta a bancos credores da Europa. A meta da Harley agora é assinar todos os papéis da negociação nas próximas semanas e acelerar a produção das motos italianas.

“As marcas MV Agusta e Cagiva possuem muita tradição, ambas têm produtos incríveis e uma grande legião de fãs. São sinônimos de beleza, classe e performance de motos italianas”, afirmou Jim Ziemer, executivo-chefe da HD.

Segundo Ziemer, a aquisição das bandeiras italianas ajudará nos planos da Harley-Davidson em expandir sua presença e visibilidade no Velho Continente, complementando ainda a família composta por Harley e Buell.

No comunicado distribuído à imprensa, a Harley disse também que não pretende alterar a sede da Agusta, localizada na cidade de Varese, na Itália.

Vale lembrar que no ano passado a MV Agusta vendeu a Husqvarna para a BMW, no intuito de focar melhor os projetos de expansão tanto da bandeira MV como da Cagiva no mercado internacional. Ficou claro hoje o fracasso do plano.

 

terça-feira, 29 de abril de 2008

Moto flex 'imita' carros e deve chegar até dezembro

Rating:★★★★★
Category:Books
Genre: Biographies & Memoirs
Author:Eduardo, tirado do Motobalcão
Depois de conquistar o mercado de automóveis, o sistema bicombustível chega finalmente às motocicletas. A AME Amazonas Motocicletas Especiais anunciou na ultima quarta-feira (23) que produzirá uma moto com a tecnologia de injeção eletrônica multifuel desenvolvida pela Delphi Automotive Systems do Brasil.
O sistema, apresentado pela multinacional na Automec (Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos e Serviços), em abril do ano passado, vai permitir ao motociclista optar entre álcool e gasolina em qualquer proporção.
A nova motocicleta, que vai se chamar AME GA, além de permitir escolher entre gasolina, álcool ou ambos (daí o GA no nome) e ter, segundo a fábrica, uma menor geração de gases do efeito estufa, poderá trazer uma economia ao bolso do motociclista de 25%, considerando o preço de venda médio dos combustíveis para o Estado de São Paulo de fevereiro a março de 2008, segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Funcionamento

À época do lançamento do sistema Multifuel, em 2007, o diretor de engenharia e vendas da Delphi para a América do Sul, Roberto Stein, afirmou não haver grandes diferenças entre o sistema bicombustível para carros e motos. Para que a motocicleta possa utilizar os dois combustíveis em qualquer proporção, a taxa de compressão do motor tem de ser adequada.
É preciso instalar uma bomba de combustível especial para trabalhar também com álcool. Além disso, são usados sensores inteligentes de ar e combustível, que, em conjunto com o sensor de oxigênio, "aprendem" qual a mistura de gasolina/álcool que está no tanque.
Tudo isso é controlado por um Módulo Eletrônico de Controle da injeção (ECM), o software de calibração para controle da mistura de combustível, o qual envia as informações a bicos injetores de última geração, com maior vazão. Diversas peças, como o tanque e pistões, entre outras, também devem receber um tratamento especial para resistir à maior corrosão causada pelo álcool.
Uma grande dificuldade para a adoção de sistemas multicombustíveis em motos era onde alojar o sistema de partida a frio, que consiste num pequeno tanque apenas para a gasolina utilizada ao se ligar a moto em dias de baixas temperaturas.
A solução da Delphi foi eliminar esse sistema de partida a frio. "Conseguimos criar o Multifuel sem a necessidade do 'tanquinho' de gasolina. Para isso, temos duas opções: em motos maiores pode ser utilizado um sistema de aquecimento da mistura; em motos menores, existe apenas a necessidade de se colocar [ao menos] meio litro de gasolina no tanque nas cidades cujas temperaturas atinjam menos de 10º C", afirma Stein.

Mercado

A AME (empresa que pertence à GHF Trading), a motocicleta bicombustível deve impulsionar essa tendência em duas rodas, assim como aconteceu com a venda de automóveis flexíveis, que atingiu em 2008 a marca de 5 milhões de veículos, e que hoje é quase um padrão do mercado.
Para Stefano Dehó, diretor de Marketing da AME, a tecnologia usada no projeto oferecerá uma maior economia ao motociclista, já que a moto poderá utilizar um combustível brasileiro auto-sustentável. "O que podemos adiantar é que será um novo modelo de média cilindrada. Esperamos que o veículo seja apresentado até o final do ano", diz Dehó.

Novos ares

O projeto da Delphi do sistema Multifuel para motocicletas começou há três anos, com o desenvolvimento do sistema bicombustível no Centro Tecnológico de Piracicaba (SP). O novo sistema para motocicletas já estará adequado aos níveis de emissão do Promot 3 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), lei de emissões de gases que entrará em vigor em 2009, que equivale às normas da EURO III, já em vigor na Europa.
"Com a utilização do álcool, esses índices de emissão podem ser ainda menores", garante o diretor de engenharia e vendas da Delphi para a América do Sul, Roberto Stein.
Além dos sistemas de gerenciamento de motor e bombas de combustível Multifuel, a Delphi fornecerá chicotes elétricos, conectores e sensores de temperatura para a nova motocicleta. (por Aldo Tizzani) .

Fonte: Site uol (http://carros.uol.com.br/)


quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

TERÇA DE MUITA CAIPIRINHA




Foi umas das terças mais animadas do pointer, o pessoal dos Almas Peladas, serviu uma fabulosa CAIPIRINHO da melhor qualidade.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

PEÇAS DE UMA MOTO QUE SERVE EM OUTRAS

Rating:★★★★★
Category:Books
Genre: Biographies & Memoirs
Author:EDUARDO
Pastilhas e Lona de Freio - XV250 VIRAGO

As pastilhas do freio dianteiro da virago (XV250 S (L) IMPORTADA) , podem ser substituídas pelas pastilhas da moto YAMAHA RX 180.
A original da virago custa aproximadamente R$ 180,00, já RX 180 (que funciona perfeitamente) custa bem menos.
A lona do freio traseiro da virago é a mesma da Yamaha YBR 125.
- Filtro de óleo
A virago 250 usa o mesmo filtro de óleo da Ténéré
- Regulador de voltagem
O regulador de voltagem da virago é o mesmo da CB 400.
Filtro de óleo
O filtro de óleo é o mesmo da Teneré, que é o mesmo da XT600.
Cabo do velocimetro
da DT 200 também serve na nossa virago
Discos de embreagem (250)
São os mesmos da DT 180. +ou-45,00 o jogo
Lona de freio 250
São as mesmas da YBR 125.
Agulha da bóia do carburador ...
O da RD350 é igual ao da 250
Filtro de ar:
na 250 vc pode adaptar o da Sahara.
Cabo do velocimetro
Pode comprar o da DT 180 ou tenere que é a mesma coisa.
Flexivel do freio a disco
É só parar numa loja de peças e pedir um flexível com 96 cm. Os encaixes são padrão. O original custa + - R$ 160,00.
- Amortecedores traseiros:
Os amortecedores traseiros podem ser da Honda CG ou outros similares
- Relação
A coroa traseira da Ténéré serve na virago 250
O cabo da embreagem da Virago 535 ou 250 pode ser substituido pelo da CG titan
Cabo da 535 R$ 80,00
Cabo da CG titan bem menos
Freio a disco da XT 600 é adaptavel na virago 250 na traseira
INTRUDER 800 CC
Cebolinha do termostatico , a do Escorte serve(dados de Cristiano Ratos do Deserto)
O RETIFICADOR DA CB400/450 SERVE NA CB500.