
Com os dois sobrinhos em cima
Com novo visual e novo conjunto chassi, mecânica e componentes a YBR 125 Factor ganhou melhorias no design, na rigidez do chassi, na distribuição de peso, ergonomia e ciclística. Sem perder as qualidades da versão anterior, a nova YBR 125 Factor será comercializada em três versões; YBR 125 Factor K (partida a pedal), YBR 125 Factor E (partida elétrica) e YBR 125 Factor ED (partida elétrica, freio a disco dianteiro e rodas de liga leve) e nas cores azul, vermelha, preta e prata.
No novo modelo todos os detalhes e críticas a detalhes da versão anterior foram considerados e melhorados. Vários departamentos da Yamaha, mais diretamente a engenharia posicionaram e estabeleceram premissas no projeto a fim de desenvolver um veículo com preço justo, melhor relação custo-benefício, confiança, robustez, durabilidade, economia de combustível, conforto na pilotagem, versatilidade e respeito ao meio ambiente com um novo visual e designer agressivo.
Setembro de 2008: chega ao mercado a nova YBR 125 Factor
Com um novo visual e características técnicas exclusivas a YBR 125 Factor chega a Rede de Concessionários Autorizados Yamaha na primeira quinzena de setembro, ainda sem preço definido.
DESIGN
Esteticamente com design mais agressivo e moderno a YBR 125 Factor prima pelo novo visual utilizando um tanque de combustível robusto e volumoso e com a adoção de uma falsa entrada de ar, pára-lama dianteiro, tampas laterais e uma rabeta afinada e ascendente, inspirada nos modelos esportivos da Marca, que em conjunto com um novo pára-lama traseiro transmite agressividade e esportividade.
MOTOR
Monocilíndrico quatro tempos de 125 cc, refrigerado a ar. Curva de torque em baixas e médias velocidades que privilegiam o deslocamento no trânsito. Comando de válvulas simples no cabeçote com transmissão por corrente (OHC). Engine Balance, balanceador no eixo do virabrequim, elimina vibrações do motor conferindo mais conforto ao condutor.
Filtro de óleo centrífugo, não há necessidade de substituição somente limpeza. Filtro de ar em espuma lavável.
Novo carburador Mikuni BS25 com acionamento do segundo estágio a vácuo, com válvula de solenóide Cut-off e TPS (sensor de posição do acelerador), funcionamento sem falhas e menor consumo de combustível.
Novo CDI-DC proporciona respostas rápidas, menor índice de emissões e função modo segurança que informa no painel falha do sistema de ignição.
Novo Air Induction System, sistema de indução de ar.
Novo escapamento com dois catalisadores e dois novos protetores antiqueimadura, menores emissões e segurança.
Câmbio de cinco velocidades macio e preciso
CHASSI
Novo chassi do tipo Diamante com nova montagem e reforços que privilegiaram a ciclística e resistência. Leve e resistente a torções, confeccionado em tubos de aço.
Nova alça para a garupa com reforço estrutural.
Nova posição da trava de capacete.
Pedaleiras da garupa fixadas ao suporte ancorado no chassi, não transmiti os impactos das irregularidades do solo aos pés e pernas.
COMPONENTES
Novo tratamento térmico da barra da suspensão, maior resistência.
Novos piscas, semelhantes a YZF-R1
Novo suporte do farol na cor cinza.
Novo design dos refletores do farol, otimização na distribuição de luz, melhorando a iluminação.
Novo design do painel, mais inclinado com nova iluminação e hodômetro total e parcial, todas as versões com marcador de combustível (Setas, Neutro, Anomalia no sistema de ignição e Farol alto).
Nova pinça do freio a disco com um único pistão de maior diâmetro (YBR 125 Factor ED apenas), mantém frenagem segura com menos peças e componentes.
Novas rodas em liga leve (YBR 125 Factor ED apenas).
Novos pneus Metzeler ME 22 com câmara nas rodas raiadas (K e E) e sem câmara nas rodas de liga leve (ED).
Divulgação
Com a negociação, a lendária fabricante norte-americana torna-se a acionista majoritária do Grupo MV, embora Claudio Castiglioni, o antigo proprietário, permaneça na função de presidente da empresa.
Outro componente mantido na casa foi Massimo Tamburini, chefe de design responsável pela criação das máquinas que tornaram a MV Agusta um ícone de desejo em todo o mundo.
No valor pago pelas marcas, foram inclusos os aproximados 45 milhões de euros devidos pela MV Agusta a bancos credores da Europa. A meta da Harley agora é assinar todos os papéis da negociação nas próximas semanas e acelerar a produção das motos italianas.“As marcas MV Agusta e Cagiva possuem muita tradição, ambas têm produtos incríveis e uma grande legião de fãs. São sinônimos de beleza, classe e performance de motos italianas”, afirmou Jim Ziemer, executivo-chefe da HD.
Segundo Ziemer, a aquisição das bandeiras italianas ajudará nos planos da Harley-Davidson em expandir sua presença e visibilidade no Velho Continente, complementando ainda a família composta por Harley e Buell.
No comunicado distribuído à imprensa, a Harley disse também que não pretende alterar a sede da Agusta, localizada na cidade de Varese, na Itália.
Vale lembrar que no ano passado a MV Agusta vendeu a Husqvarna para a BMW, no intuito de focar melhor os projetos de expansão tanto da bandeira MV como da Cagiva no mercado internacional. Ficou claro hoje o fracasso do plano.
Rating: | ★★★★★ |
Category: | Books |
Genre: | Biographies & Memoirs |
Author: | Eduardo, tirado do Motobalcão |
Rating: | ★★★★★ |
Category: | Books |
Genre: | Biographies & Memoirs |
Author: | EDUARDO |
Triumph 2008
A Triumph apresentou em Paris a primeira revisão importante à nova Speed Triple, ao mesmo tempo que fazia incidir os holofotes sobre a Daytona 675, a mais importante representante da marca nas pistas de velocidade.
Speed Triple 1050
A entrar no seu 14º ano de produção, a Triumph Speed Triple é, não apenas o principal símbolo da marca na era Bloor, como um dos seus principais “best sellers”. A versão mais recente, equipada com o motor de 1050cc, conhece, para 2008, a sua primeira revisão “profunda”.
Refinamentos estilísticos, acompanham uma importante atualização ao nível da frenagem. Comecemos pela frente, onde se destaca, desde logo, o novo desenho do radiador que lhe permite uma maior harmonização com o conjunto; mas também o novo guidão Magura em alumínio com acabamento anodizado e as belíssimas barras da suspensão invertida Showa, igualmente com acabamento anodizado, mas aqui em negro.
O conjunto de freios foi atualizado, visando resolver os “problemas” revelados desde que a moto passou a integrar pinças de montagem radial. Agora, o equipamento passou a ser Brembo, de elevado padrão tecnológico, com quatro pistões, igualmente de montagem radial. As rodas apresentam um novo desenho, à frente e atrás.
A traseira da moto também passou por uma importante revisão estética, com um sub-quadro novo, assim como novos painéis laterais, banco do passageiro e pedaleiras do mesmo. Aquela que era uma dos pontos mais negativos da “Triple” parece ter sido agora minimamente corrigido, dando mais espaço ao segundo ocupante da moto.
O farol traseiro de LEDs é agora igual ao da 675.
Quanto ao motor, de 1050cc, injeção, três cilindros e 132 cv, mantém-se inalterado e destacando-se pelo seu binário em “baixas”, “médias” cheias e “altas” pontudas. A potência máxima surge às 9250 rpm e o melhor binário revela-se quando atingidas as 7500 rpm (105 Nm).
O quadro continua a ser o dupla trave da marca com uma geometria de direção radical de modo a possibilitar uma das mais rápidas direções do mercado. Uma forquilha invertida com barras de 43 mm de diâmetro e um monoamortecedor traseiro especialmente desenvolvido para a Speed Triple continuam a garantir a qualidade no capítulo das suspensões, enquanto o monobraço traseiro se mantém como uma das características mais vincadas deste modelo.
A gama de acessórios para a moto é cada vez mais vasta e inclui o sistema de escape Arrow 3x1. As cores para 2008 são o laranja (Blazing Orange), preto (Jet BLack) e branco (Fusion White).
Daytona 675
Estando a contribuir em boa parte para o sucesso e crescimento da marca no segmento das motos esportivas, a Daytona 675 vê a marca depositar em si toda a confiança para a melhoria da sua imagem na competição, confiando-lhe a responsabilidade de defender as cores inglesas no próximo Campeonato do Mundo de Supersport (já foi Campeã em França este ano na categoria).
No Salão de Paris, o destaque ia para a edição especial do modelo, decorada em negro e dourado, numa pintura denominada Phantom Black. Os pormenores estéticos e o escape de rendimento eram as principais diferenças num modelo que mantém as principais características face aos ano anterior. Motor de três cilindros com 675cc de capacidade, injeção, 125 cv às 12.500 e 165 kg de peso a seco.
Bicilíndricas
(Bonneville, T100, Thruxton, Scrambler, América e Speedmaster)
Toda a gama de bicilíndricas da marca inglesa passa a estar equipada com injeção (camuflada de carburadores para manter o aspecto clássico), numa manobra que visa atingir as exigências antipoluição da norma Euro3.
No caso da Thruxton o guidão foi ligeiramente elevado de modo a proporcionar uma posição de condução mais direita e vê os retrovisores colocados na extremidade do guidão para acentuar o seu “look” clássico. Passa a estar disponível também em cor cinza.
Sprint ST, Tiger e Rocket
A principal novidade na versão 2008 da Sprint ST será a adoção de um tanque de combustível em aço (na Triumph são normalmente em plástico), uma melhoria no sistema de iluminação e coberturas em borracha de melhor qualidade, mais resistentes, para as pedaleiras.
Na Tiger não há novidades no campo técnico, apenas uma nova cor laranja (Blazing Orange) idêntica à da nova Speed Triple.
O mesmo se passa nas Rocket III e Rocket III Classic, sendo que não surgiu a esperada versão GT do “navio almirante” da frota inglesa. Será em Milão?...
fonte: motociclismoPT
Moto Amazonas: ela está de volta Marca consolidada na década de 80 volta mais forte do que nunca. | |
Aventura, emoção, ecologia e sonho. É com este conceito que a Moto Amazonas volta ao mercado. Patriota até no nome, a marca retorna para surpreender e proporcionar ao grande público o acesso ao mundo das motocicletas.
Na década de 80, a Moto Amazonas chegou a ser conhecida de forma surpreendente: a maior moto do mundo, e projetava no exterior a imagem do Brasil sobre duas rodas. A Moto Amazonas mostrava que a indústria nacional era capaz de oferecer confiança e credibilidade.
Diante do maremoto econômico que o Brasil enfrentou no início da década de 90, a marca suspendeu temporariamente suas atividades. Hoje, 17 anos mais tarde, ressurge com a consideração de que a pausa foi necessária para o amadurecimento da marca Amazonas e a evolução em seu relacionamento com a sociedade brasileira. Com um mercado consumidor bem mais exigente, a Amazonas focaliza o bem-estar e a satisfação do consumidor.
Agora a idéia é beneficiar o grande público com lazer, entretenimento, sonhos e – o que não poderia deixar de ser levado em conta – economia.“Nosso empenho está em surpreender as expectativas dos clientes e fornecedores. Queremos estender nossa paixão pelo Brasil e pelo motociclismo ao grande público com qualidade à um custo justo. Oferecemos mais do que o cliente espera pelo melhor custo que ele possa imaginar. Mais do que vender, nosso maior empenho está na satisfação do consumidor da Moto Amazonas. Foi com este conceito de qualidade que a marca se consagrou e por isso ela está de volta”, diz Guilherme Hannud Filho, presidente da GHF, grupo que está à frente da marca e que possui tradição de 33 anos na área automotiva.
A paixão pelo motociclismo e pela natureza brasileira também é cultivada entre os membros da equipe que realiza o relançamento da marca, como Stefano Deho, diretor de marketing. “Queremos que o nosso cliente conheça o Brasil sobre uma Amazonas. Desejamos proporcionar aventura, mesmo no dia-a-dia, naqueles vinte minutos para se chegar ao trabalho, porque acreditamos que mais importante que chegar, é apreciar e curtir o caminho. Estamos produzindo motocicletas para brasileiros motociclistas que correm atrás de seus sonhos”.
A Moto Amazonas elegeu o Salão Duas Rodas 2007 para realizar o lançamento de sua nova linha de produtos, como a AME 250, a top de linha da marca.Com um visual retrô e design italiano, a AME 250 é ideal para o grande público. Possui estilo e características semelhantes à uma 1.200 cilindradas, porém é uma máquina muito mais ágil. Proporciona beleza, sofisticação, praticidade e muita economia. É um verdadeiro upgrade para quem tem uma 125. Se destaca também pela resistência, robustez e porte, além de ser totalmente analógica e sua mecânica consagrada proporcionar excelente dirigibilidade. Apresenta rodas de liga, suspensão calibrosa, freio à disco duplo, indicação de marchas e medidor de combustível. É uma ótima opção para quem deseja ou precisa rodar milhares de quilômetros de forma econômica, segura e com uma forte sensação de conforto e desempenho.
Sua versão “policial” 250-8J possui kit de sirenes com três tons que funciona com auto-falantes integrados, ligados ao microfone sem fio (lapela), que permite o policial interagir com o usuário. Oferece ainda três bolsas laterais, giroflex, garupa com encosto e local para guardar o capacete. Uma moto totalmente equipada pelo preço de uma de menor cilindradas.
Informações Técnicas AME 250 C1:
Motor: 4 tempos – OHC – 4 válvulas – refrigerado a ar.
Cilindrada: 249,2 cc
Diâmetro x Curso (do pistão): 72 x 61,2
Relação de Compressão: 8,9:1
Potência Máxima: 21,5 cv a 6.700 rpm
Toque Máximo: 2,56 kgm a 5.400 rpm
Modo de Ignição: CDI
Redução Primária: 3.238
Suspensão Dianteira: Tipo Telescópica
Suspensão Traseira: monochoque com regulagem
Freio Dianteiro: Disco Duplo Ventilado
Freio Traseiro: Tambor
Roda Dianteira: 110/90-16
Roda Traseira: 130/90-15
Comprimento Total: 2.200 mm
Largura Total: 830 mm
Altura Total: 1.200 mm
Distância entre Eixos: 1.500 mm
Peso Bruto: 185 Kg
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FONTE DO SALÃO DUAS RODAS